A CIÊNCIA DO PROTOCOLO LIFE MATTERS

A Ciência do Protocolo Life Matters

O Protocolo Life Matters é totalmente embasado em recentes estudos e pesquisas, tanto nos conteúdos das aulas quanto nas práticas e atividades sugeridas. Aqui compartilhamos, de forma breve, alguns dos estudos que foram utilizados como referência para esse Protocolo.

A maioria das pessoas não suporta a própria mente: Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, mostrou que 67% dos homens e 25% das mulheres do grupo analisado preferia tomar um choque a ficar sem fazer nada, somente com a própria mente, por 15 minutos.

Para se aprofundar: Social psychology. Just think: the challenges of the disengaged mind.

20% da energia do seu corpo é consumida pelo cérebro: embora esse órgão represente apenas cerca de 2% da massa corporal, consome 20% da energia. E o mais curioso: porque ele já consome tanto normalmente, a diferença do gasto energético entre estar pensando em nada ou estar fazendo um cálculo complexo é insignificante.

Para se aprofundar: Does Thinking Really Hard Burn More Calories?

Você pode sair do default: ou, ao menos, minimizar a atividade desse sistema cerebral. Esse sistema, entre outras coisas, é ativado em processos de pensamento autobiográficos e presos no passado e no futuro. Manter-se "preso" nesse sistema do cérebro é a grande causa de sofrimento. Além dessa estrutura cognitiva, há ainda a rede de saliência, ativada quando reorientamos o pensamento para uma ação e a rede central executiva, ativada quando estamos, de fato, executando uma tarefa. O cérebro alterna entre essas funções continuamente, e a ciência já está comprovando que a prática de meditação, por exemplo, suprime a atividade da rede default - o indivíduo torna-se mais presente e menos autocentrado.

Para se aprofundar: Functional-Anatomic Fractionation of the Brain's Default Network e Top-down regulation of default mode activity in spatial visual attention.

A prática regular da meditação: em estudo, a Universidade de Toronto demonstrou que com 2 meses de prática diária com duração de 45 minutos, o indivíduo apresenta diminuição da atividade da rede default. Já outro estudo da Universidade de Yale também aponta que os meditadores experientes têm outras redes cerebrais mais ativas, suprimindo a divagação e aumentando a experiência de felicidade. É esse fato, inclusive, que inspira o nome desse Protocolo - sua jornada definitiva para um bem-estar extraordinário.

Para se aprofundar: Attending to the present: mindfulness meditation reveals distinct neural modes of self-reference e Tuning out: How brains benefit from meditation.

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